A ortodontia move os dentes com força leve e contínua. O aparelho fixo faz isso com braquetes colados e fio; os alinhadores, com placas transparentes trocadas a cada uma ou duas semanas.
Os dois funcionam. A escolha depende do tipo de movimento necessário, da complexidade do caso, da sua rotina e da disciplina de uso — o alinhador só trabalha nas horas em que está na boca.
Ortodontia não é só estética: mordida desalinhada desgasta dente de forma desigual, dificulta a limpeza e pode sobrecarregar a articulação.

Dentes que se encontram na posição certa distribuem melhor a força da mastigação.
Dente apinhado acumula placa em região que a escova não alcança bem.
Contato errado entre os dentes desgasta esmalte e pode lascar bordas com o tempo.
Em muitos casos o aparelho abre ou fecha espaço antes de um implante ou de lentes.
Radiografias, fotos e modelos antes de qualquer colagem. O plano vem da documentação, não do palpite.
Você recebe a comparação entre fixo e alinhador para o seu caso: tempo, custo e limitações de cada um.
Manutenção mensal agendada, sem fila de espera no dia do retorno.
A contenção e o acompanhamento depois da remoção estão incluídos, não são um extra.

Exame, radiografias, fotos e modelos. Se houver cárie ou gengiva inflamada, isso é tratado primeiro.
Apresentação do plano com prazo estimado, opções e valores. Você decide o caminho.
Colagem dos braquetes ou entrega da primeira sequência de alinhadores, com orientação de uso e higiene.
Troca de fio ou de sequência e controle do movimento e da higiene. É a etapa mais longa.
Retirada do aparelho, polimento e instalação da contenção, com controles periódicos.
Os números abaixo são referências de casos comuns. O prazo do seu caso sai da avaliação, por escrito, junto com o orçamento.