O implante é um parafuso de titânio instalado no osso da mandíbula ou da maxila, no lugar da raiz que foi perdida. Ele não é o dente: é a base. Sobre ele vai um pilar e, por cima, a coroa — a parte que aparece e que é feita na cor dos seus outros dentes.
Por ficar fixo no osso, o implante não se apoia nos dentes vizinhos, ao contrário da ponte fixa tradicional. Serve para um dente, para vários ou para dar sustentação a próteses maiores.
Não é procedimento de urgência. Depende de osso em quantidade suficiente, gengiva saudável e controle de doenças que interferem na cicatrização — tudo isso é avaliado antes de indicar.

A força da mordida vai direto para o osso, o que permite morder com mais firmeza do que com prótese removível.
Osso que não recebe mais carga tende a reabsorver com o tempo. O implante devolve esse estímulo à região.
Diferente da ponte fixa, que precisa desgastar os dentes dos lados para se apoiar neles.
Cor, forma e tamanho são definidos com você e conferidos em prova antes da cimentação.
A posição do implante é definida na imagem antes da cirurgia, não no dia com o paciente na cadeira.
O material esterilizado vem embalado individualmente e é aberto no início do atendimento.
Em boa parte dos casos você não sai sem dente: fica um provisório enquanto o implante cicatriza.
Você vê, morde e aprova a coroa em prova. Só depois ela é fixada em definitivo.

Exame clínico, tomografia e verificação de osso, gengiva e saúde geral. É aqui que se define se o implante é indicado.
Cirurgia com anestesia local, de 60 a 90 minutos para um implante. Você volta para casa no mesmo dia.
O período em que o osso se une ao titânio: de 3 a 6 meses, com retornos de controle no meio do caminho.
Com o implante integrado, moldamos para a coroa definitiva e você prova antes de ela ficar pronta.
Instalação da coroa, ajuste da mordida e, depois, controle anual com radiografia.
Os números abaixo são referências de casos comuns. O prazo do seu caso sai da avaliação, por escrito, junto com o orçamento.